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      A Rede Latino-Americana de Diálogos Decoloniais e Interculturais (REDYALA) é uma rede tecida por muitas histórias, tramas, fios, marcas, cores, vozes, silêncios, lugares e encontros.

      As intenções, que motivam tal proposição, estão expressas no símbolo da Rede. Um mapa com inspiração no desenho “América Invertida” (1943), criado pelo artista Joaquim Torres García (1874-1949), e as cores da bandeira Whipala. A construção dos sentidos com bases nesses referenciais quer representar, estrategicamente, a necessidade de olharmos para nós mesmos a partir da superação das diferentes colonialidades, monoculturalidades, subalternizações, discriminações e violências que, ao longo do tempo marcam nossas histórias e identidades. As cores retratam as diversidades e diferenças que se traduzem e manifestam na pluralidade das formas de ser, viver, sentir e (r)existir, assim como  a inversão do mapa exemplifica uma virada de pensamento ao evidenciar a existência para além de uma hegemonia cultural, política e econômica de caráter opressor.

    A REDYALA agrupa pessoas que atuam como líderes sociais, educador@s e pesquisador@s de distintas nacionalidades, etnias, línguas, culturas, crenças e vínculos institucionais, que se movem pautados nos ideias da decolonialidade, interculturalidade e bem-viver.

      A Rede nasce do encontro entre diferentes pessoas e coletivos reunidos em distintos lugares e frentes de luta, tais como os Seminários Internacionais de Diálogos Interculturais na América Latina (SIDIAL), o Projeto Chimarrão Filosófico, o Seminario Internacional: Culturas, Desarrollos y Educaciones (SICDES) e do Colóquio Internacional Educação e Interculturalidade (CIEDINTER). Assim, o processo de constituição da REDYALA representa um esforço contínuo de aproximação das pessoas, grupos e movimentos sociais, assumindo como princípio a coletividade e pluridiversidade dos pensamentos para a construção de conhecimentos, encontros e partilhas.

       A REDYALA busca ser um espaço de diálogos interculturais e intercâmbio de experiências, práticas e intervenções capazes de promover o reconhecimento das diferenças entre as culturas, histórias, memórias e epistemes, ao articular e fortalecer a interação e convivência entre os povos.

Origens

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